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terça-feira, 12 de junho de 2012

Parabéns Pedro, pelos seus 17 (desculpe, 18) anos de vida!

Peter Pan, Pedro Petigrew, Pedrinho, Pedro Pedrada, "O peito do pé de Pedro é preto". 

A gente se conhece desde quando a gente nem se lembra. Só sabe que foi muito cedo, porque tem umas fotos já bem antigas de nós dois deitados numa rede. E desde que a gente aprendeu a falar que  as brincadeiras, com um nome tão comum quanto Pedro, foram a fonte de risada de umas crianças meio incomuns na oca de Diogo Lopes. Era só aparecer um personagem na televisão que logo as crianças se agitavam por haver uma pessoa com o mesmo nome do que apareceu na TV.  E até aí foi fácil, porque depois a gente cresceu e eu vim morar "longe". 

O que não quer dizer que muita coisa mudou na gente. Pelo contrário. Nós somos os mesmos de antes, mesmo que revestidos de uma capa "madura" e segura do que quer. Os interesses são diferentes, mas no fundo todos querem se suceder bem, crescer na vida, viajar, fazer amigos e ser feliz. E pode ser difícil, afinal um tapa na bunda logo que se nasce não é nenhum convite de boas vindas à uma vida fácil. Leva tempo pra entender que cada tapa de decepção é um tapa para o crescimento. Não adianta ficar magoado com alguma coisa ou por a culpa em alguém. A vida é difícil para todos. Uns inteligentes o suficiente pra entender e outros estúpidos o suficiente para aceitar, deixar por isso mesmo. Não deixe por isso mesmo.

Aí você olha pro lado e não vê ninguém que apoia suas idéias, ou tem alguém que apoia e tem um milhão de pessoas que dizem que a pessoa que te apoia não vale de nada. Tem muita gente que "não vale o ar que respira" no mundo. A coisa mais fácil é conhecer gente assim. Mas errados são os que julgam antes de conhecer. E, antes de qualquer coisa, mil pessoas podem te dizer que uma pessoa é a errada com relação ao que elas acham que é certo. Mas elas te perguntam o que é certo pra você? 

Aqui fala uma pessoa que quer te ver bem. :3 

Porque a melhor coisa do mundo é ser independente. Não ter que dar satisfações a ninguém sem ser você mesmo, olha que maravilha. Mas do nível de inciante até o independente são muitos os degraus. E subir, em nenhuma circunstância, é fácil. E pra te ajudar, existem as pessoas que vão te dar atenção e te ouvir não importa o problema. Porque sempre tem gente assim. Aqueles que a gente se lembra ouvindo uma música, ou vendo um filme. Que podem ser passageiras ou duradouras. Bobas ou sérias. Mas que em algum momento você não vai se ver sem. Elas vão estar impregnadas em você. O perfume e o jeito. E elas você vai poder levar até o túmulo de quem subir pro céu primeiro. Pessoas assim são raras. Cuide bem das que encontrar. Porque, se elas forem inteligentes, não vão deixar você se afastar.

E eu posso te dizer uma coisa. Você está destinado ao sucesso. E eu sou suspeita pra falar, mas a carta do Google não me deixa mentir. Se você se dedicar ao que gosta, o caminho vai ser longo e alegre.  E aí cada tapa, decepção, tristeza e dias ruins não vão passar de um borrão na sua história que tá só começando. 

Feliz aniversário e que você viva muito pra gente comemorar as nossas conquistas (nas festas loucas ao redor do mundo quando a gente viajar.)

Beijo.

   

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Tributo

Quem fã da saga Harry Potter como eu sabe que esses dois aí de baixo morreram na 2ª Grande Guerra Bruxa. Sabem também que eram casados e tinham um filho quando isso aconteceu. E também que não era para Tonks (o nome da senhorita aí) estar lá. Lupin (o nome do senhor) tinha proibido-a. Mas, fazer o que né, mulheres não aguentam saber que seu amor está em perigo de morte sem fazer alguma coisa. Ainda mais quando é talentosa como Tonks. Esse post é um tributo à um dos casais mais bonitos de toda a saga.

Remo Lupin é um lobisomem e passa quase toda sua vida tentando achar uma cura para tal acontecimento. James, o pai de Harry, e Sirius, o padrinho, melhores amigos de Lupin sempre  ajudavam com a transformação quando estavam em Hogwarts. Só que ambos morreram em lutas conta Voldemort. Puro sangue até os 8 anos, quando foi transformado. Volta à Ordem da Fênix quando Voldemort retorna. Até ter conhecimento da existência de uma jovem notável, Nymphadora Tonks.

Tonks é mestiça, o que traz olhares tortos à garota. Bem mais nova que Lupin ela o conhece na Ordem da Fênix, mas se torna apaixonada um ano depois aproximadamente. Essa paixão transforma Tonks em todas as formas. Desde seu patrono à mudanças na sua capacidade de mudar a aparência. No começo as mudanças são para pior, por que Lupin acha tudo um absurdo. Na condição de "monstro" ele temia pelo futuro dos dois se eles viessem a ser um casal. Aquela velha história: "Não faz sentido! Você ficou maluca?! Nunca daria certo.". De alguma forma, eles entram num acordo e se casam. Se casam por amor.

Lupin nunca fora metido à galã de Hogwarts como, dizem, eram James e Sirius. Lupin sempre fora inteligente, mas nunca galã. Conta-se que a única mulher que ele tinha demonstrado interesse era Lílian, a futura mulher de James. Mas sabe-se que eles não foram adiante. Lily foi a única mulher que aceitou Lupin inteiro. Com a história da transformação e tudo. Quando ela descobriu, acidentalmente (dizem), ele ficou com medo que ela contasse a todo mundo da escola. Coisa que não fez. A outra mulher que chegou a tal entendimento foi Tonks.

Em meio a guerra eles tem um filho, Ted Remo Lupin. Lupin, antes do nascimento, teme que ele seja "igual ao pai" na questão animalesca. O que, para felicidade dele, não acontece. O menino é "transformista" como a mãe. Que alívio! O padrinho que o casal escolheu foi Harry, que fica lisonjeado com a proposta. Mas, mesmo com notícias tão boas, tinha uma guerra rolando lá fora. 

A regra foi clara: Tonks era pra ficar na casa da mãe com Ted e ponto. Lupin tinha decretado! Mas o que é uma guerra comparada a uma conquista como o amor? Convenhamos que quase nada. Pela perspectiva egoísta de Lupin proteger a família era o mais importante. Deixá-los escondidos para que o mal não acontecesse. Bem, o que Tonks faria sem a presença de Lupin? Ela ficaria sozinha, provavelmente, e entraria em depressão colocando todas as lembranças de Lupin no garotinho. Definitivamente não ia dar pra viver sem Lupin.  Deixar um filho com a mãe não foi, digamos, a mais correta das ações. Mas ninguém pode julgar Tonks. Em que mundo o filho dela ia viver se eles não ganhassem a guerra? Num mundo governado pelo Lorde das Trevas? Nenhuma mãe quer isso para um filho. Principalmente Tonks.

Eles morrem por varinhas de Comensais da Morte. Os dois. Um destino fatídico e triste para a comunidade Harrypotteriana. Lupin e Tonks ensinaram não medir esforços para proteger a família e os amigos. Que o amor pode sim existir em casos muito complicados e que negação não é a melhor saída para se ver livre de um amor de verdade. Que nem o medo pode acabar com o afeto entre duas pessoas. Que não importa a raça que sejamos, o amor não tem fronteiras. Que perder por um lado é às vezes ganhar por outro. E, se existir algo que nos separe, que juntos somos mais fortes que qualquer coisa.

Obrigada Lupin e Tonks. :')



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